Aprenda a identificar os sinais vitais

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Como o próprio nome indica, os sinais vitais são as medidas básicas do corpo para entender o estado de saúde que a pessoa se encontra. De forma geral, eles devem ser medidos e acompanhados por um profissional da saúde capacitado e comparado aos valores normais. Entretanto, em situações de emergência, torna-se fundamental como medida de primeiros socorros para aqueles que se encontram no local.

Para ajudar a entender melhor quais são sinais vitais e como identificá-los, a Brasil Emergências Médicas separou neste artigo todas as informações necessárias para que você esteja preparado para uma possível abordagem. Confira!

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Quais são os sinais vitais e como identificá-los

Os quatro principais sinais vitais compreendem em temperatura, pressão arterial, frequência respiratória e frequência cardíaca. Juntos, eles são os sinais básicos que indicam se o corpo está conseguindo realizar as necessidades fundamentais para sobrevivência. Por isso, em casos de emergência, identificá-los é tão importante.

Mesmo sendo uma atividade destinada, principalmente, para enfermeiros e técnicos de enfermagem, na ausência desses profissionais, torna-se necessário que as pessoas presentes no local façam a verificação na vítima e, portanto, a importância de todos nós conseguirmos identificá-los da maneira correta.

Veja a seguir como verificar os sinais vitais e a tabela de valores normais para os sinais vitais:

1. Temperatura

A temperatura do corpo humano pode variar de acordo com o sexo e a idade do indivíduo. Além disso, outros fatores influenciam no valor, atividades recentes, horário do dia e, no caso das mulheres, ciclo menstrual. O valor normal da temperatura do corpo se encontra na faixa de 36°C a 37°C.

A melhor forma e mais eficiente de medir a temperatura do paciente é através de um termômetro, geralmente, posicionado debaixo da axila.

Como aferir a temperatura:

● Higienizar as mãos sempre que for começar o procedimento e após finalizado;

● Escolher a via em que será feito e o instrumento utilizado;

● Considerar os fatores que possam interferir na determinação da T (ambiente, atividade prévia do paciente, …);

● Esclarecer todo o procedimento ao paciente e como será feito;

● Posicionar o paciente em posição confortável e adequada;

● Limpar o termômetro com álcool sempre que for utilizá-lo e pós o procedimento;

● Verifique se o valor encontrado se encontra dentro da faixa de normalidade;

2. Frequência cardíaca

Para a aferição da frequência cardíaca, é necessário utilizar as mãos. Posicione seu dedo indicador e médio na artéria radial, que se encontra na parte interna do pulso e sinta a pulsação. Caso ela esteja de difícil identificação, é possível verificar na artéria carótida, que está localizada na lateral do pescoço. Uma dica para a aferição correta é não apertar demais o local, pois pode influenciar no resultado. Portanto, pressione apenas o suficiente para sentir o batimento.

Tente verificar os batimentos por cerca de um minuto ou metade disso, considerando o dobro do valor nesse caso. Para adultos em condições normais, o valor encontrado é entre 60 a 80 batimentos cardíacos por minuto.

Para outras fases da vida, os batimentos se encontram na faixa de:

● De 0 a 2 anos – entre 120 e 140 bpm;

● Entre 8 e 17 anos – entre 80 e 100 bpm;

● Adultos praticantes de atividades físicas e idosos – entre 50 a 60 bpm.

3. Frequência respiratória

Já a frequência respiratória pode ser verificada apenas colocando os dedos próximo às narinas para sentir se está ocorrendo entrada e saída de ar. Para determinar a frequência respiratória, verifique o número de vezes que o ciclo de inspirar e expirar é realizado em um minuto. O número esperado em homens adultos é de 14 a 20 ciclos respiratórios, enquanto que para as mulheres, entre 16 e 22 ciclos. Bebês nos seus primeiros meses de vida é entre 35 e 40.

● Mulher: – 16 a 22 mpm;

● Homem: – 14 a 20 mpm;

● Crianças: – 20 a 25 mpm;

● Lactantes: – 30 a 40 mpm.

4. Pressão arterial

Existem aparelhos específicos eficientes para aferir a pressão arterial. A pressão arterial consiste na pressão exercida pelo sangue sobre as paredes de uma artéria.

A maneira ideal de aferi-la é com os aparelhos indicados para esse fim e deve ser realizada com o paciente quieto e sem ter realizado atividades físicas, entretanto, em casos de emergência podem ser medidas fora dessas condições.

Os valores normais são:

● Pressão sistólica (ou máxima): 140x90mmHg;

● Pressão diastólica (ou mínima): 90x60mmHg

Tabela geral de valores normais dos sinais vitais

sinais vitais

Fonte: Semiologia Médica – UFOP.

Qual a importância dos sinais vitais

Uma das principais utilidades da aferição dos sinais vitais é a capacidade de – através de padrões pré-estabelecidos e tendências do corpo humano, permitir a identificação de problemas fisiológicos que possam estar ocorrendo e monitorar as respostas do paciente de acordo com o tratamento aplicado. Logo, o manejo precoce dos pacientes pode evitar complicações e sequelas.

O que falta ou alteração dos sinais vitais indicam

A ausência de sinais vitais ou sinais vitais alterados pode indicar problemas de saúde graves, portanto, chame uma ambulância imediatamente para acompanhamento médico especializado.

Os principais fatores que alteram os sinais vitais são:

1. Temperatura:

● Clima;

● Idade;

● Estresse;

● Níveis hormonais;

● Banho;

● Outras patologias, como gripe, inflamação de garganta, entre outras.

2. Frequência cardíaca:

● Exercícios curtos,

● Hemorragia,

● Temperatura corporal,

● Alterações posturais

● Idade;

● Determinados tipos de medicamentos,

● Mudanças nas condições pulmonares.

3. Frequência respiratória

● Exercícios,

● ansiedade,

● condições de saúde;

● Repouso e sono;

● Tabagismo.

4. Pressão arterial

● Hipertensão;

● Hipotensão;

● Medicamentos;

● Clima;

● Temperatura;

● Longas horas sem comer;

● Falta de ar;

● Exercícios intensos.

É necessário chamar o serviço de emergência?

Sim. Identificar os sinais vitais de maneira imediata é fundamental e considerada uma medida de primeiros socorros muito importante, entretanto, um auxílio especializado com profissionais da saúde capacitados irá garantir que o procedimento seja feito da maneira correta. Portanto, em caso de dúvidas quanto ao procedimento de identificação dos sinais vitais ou qualquer alteração, chame um serviço de ambulância imediatamente.

Dor e sofrimento como sinais vitais

Além dos quatros sinais vitais destacados acima, é possível considerar a dor e o sofrimento como o quinto e o sexto sinal vital. A dor pode ser medida em escala de suportável a insuportável, tendo também a necessidade de ser avaliada e controlada pelo profissional da saúde. Assim, mais que um sintoma, a dor é considerada um sinal de alarde do corpo.

Já o sofrimento, é considerado o sexto sinal vital, uma vez que cerca de um terço dos pacientes com câncer, por exemplo, irão passar por níveis considerados de sofrimento, necessitando de intervenção médica especializada.

Brasil Emergências Médicas em casos de emergências

A Brasil Emergências Médicas conta com profissionais qualificados e capacitados para aferição dos sinais vitais e as possíveis intervenções que possam ser necessárias em situações de emergências, assim como o transporte seguro ao hospital, caso necessário.

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